O Presidente Marion G. Romney disse: “O bem-estar não é um programa da Igreja; é a essência da Igreja” (citado por Vaughn J. Fetherstone, ‘Agora Abita Fé, Esperança e Caridade’ Ensign, jul. 1973, p. 35, tradução independente).
Logo após A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ter sido organizada, um mandamento foi dado para cuidar dos pobres:
“E agora dou à igreja, nesta região, o mandamento de designar certos homens; e serão designados pela voz da igreja; E eles cuidarão dos pobres e necessitados e ministrar-lhes-ão auxilio para que não sofram; e deverão enviá-los para onde ordenei que fossem” (Doutrina e Convênios 38:34-35).
Desde aquela época, a Igreja e seus membros tem feito o seu melhor para seguir o exemplo do Salvador de caridade, ajudando aqueles que precisam. Em 1935 durante os duros anos da Grande Depressão, o Programa de Bem-Estar foi instituído como um programa mundial. A Igreja tem vários programas que acabam sobre a alçada da categoria conhecida como Programa de Bem-Estar. Um destes programas é a oferta de jejum. Todos os meses os membros da Igreja são requeridos a não beber nem comer por duas refeições. Então lhes é requerido que doem o dinheiro que teriam gasto durante essas refeições. Esse dinheiro é primeiramente usado para ajudar qualquer pessoa em dificuldade na Ala, todo o excesso é enviado para áreas onde existem pessoas com dificuldades.
O programa LDS Family Center (Centro da Família SUD) é também parte do Programa de Bem-Estar. Embora o Centro da Família SUD é uma corporação separada, os bispos (que supervisionam o bem-estar local e a necessidade da distribuição) enviam à esse lugar pessoas que estão passando necessidade ou que precisem de ajuda. O Centro da Família SUD provê serviços de adoção, conselho para pais separados ou não casados, recolocar crianças em famílias adotivas, e terapia e conselho para famílias ou indivíduos que estejam passando por outros problemas. Uma outra parte do Programa de Bem-Estar é o Armazém do Bispo. O Armazém do Bispo é um lugar onde alimentos são mantidos para serem distribuídos para pessoas em necessidade. Ele é repleto de alimentos, e outros itens, como sabonete, que são de produção própria da Igreja. Quando uma família ou indivíduo está passando por dificuldade, eles podem procurar o seu bispo e ele os ajudará a decidir o que precisam.
A Igreja também provê programas de emprego. A Igreja tem centros em todo o mundo onde pessoas podem ir e conseguir achar empregos ou aprender algumas habilidades especiais. Esses centros são chamados de Serviço de Recursos de Emprego, no Brasil, e é mais conhecido como SER. A Igreja também tem um programa chamado Fundo Perpetuo de Educação. Através desse programa, as pessoas podem pedir por ajuda da Igreja para pagar por seus estudos. Depois que concluem os estudos, eles devolvem o dinheiro que usaram para que assim outras pessoas possam ser ajudadas também. Qualquer pessoa, mesmo que não esteja estudando, pode doar para esse fundo também. Serviços Humanitários também são uma extensão do Programa de Bem-Estar. Os Serviços Humanitários provêem auxilio para aqueles que estão em dificuldades devido a desastres ou pobreza. Ele provê alimento, água, vacinação, vestuário e suprimentos escolares. As doações podem também ser feitas para essa área do Programa de Bem-Estar através dos Fundos Humanitários. Os membros da Igreja são encorajados a ajudar nos esforços para fazer os kits. Os kits são divididos em categorias, tais com kits de higiene, kits escolares e kits para bebês.
Princípio Governante do Trabalho
A Primeira Presidência disse em 1936: “Nosso propósito principal é estabelecer, o quanto seja possível, um sistema sob o qual a maldição da preguiça seria banida, o mal da ociosidade abolido e independência, industriosidade, progresso e respeito próprio seria novamente estabelecido entre nosso povo… o trabalho deve ser entronado novamente como o princípio governante de nossas vidas como membros da Igreja” (Conference Report, out. 1936, p. 3).
“No suor do teu rosto comeras o teu pão, até que te tornes à terra…” (Gênesis 3:19); esse mandamento, dado a Adão, se aplica a toda a humanidade. O Programa de Bem-Estar apenas “dá uma mãozinha” e não “carrega” os membros, quando lhes são oferecido ajuda em meios que contribuem para suas habilidades de longo termo para ser tornar o máximo independente que puder, e em meio para manter o seu respeito próprio e crença em suas capacidades individuais.
fontehttp://pt.mormonwiki.com/Programa_de_Bem-Estar
Este blog tem como finalidade divulgar sobre as atividades e projetos desenvolvidos pela Ala Taubaté 1.Aqui você vai encontar informações sobre as seis áreas do Prover a Maneira do Senhor
Este Blog não é ofical de A Igreja de Jesus Cristo dosSantos dos Últimos Dias e trata de assuntos do Bem Estar.
Este Blog não é ofical de A Igreja de Jesus Cristo dosSantos dos Últimos Dias e trata de assuntos do Bem Estar.
domingo, 27 de junho de 2010
Como Se Preparar e Preparar Um Discurso!!!
Proferir um discurso na reunião sacramental ou em qualquer uma de nossas Reuniões da Igreja é uma oportunidade que dever ser Reconhecida por todos como sendo especial. Todo membro da Igreja uma DEVE aceitar um desafio como uma experiência pessoal excelência. Aqui alguns passos que o ajudarão um ter sucesso em um discurso:
Seu discurso DEVE ter um propósito - Você precisa ter em mente um propósito.
- Quem serão os ouvintes?
- Qual será o tipo de reunião?
Divisões naturais de um discurso
1-Ser INTRODUÇÃO DEVE A. Em breve ela. Apenas para despertar a atenção eo interesse dos ouvintes. Como Assim:
- Uma citação das escrituras.
- Uma breve menção de eventos nacionais ou mundiais.
- Um desafio razoável.
- Uma breve declaração a respeito de situações locais.
- Uma pergunta surpreendente.
2 - Declaração do discurso nenhum Que pretende abordar. Dever ser breve e objetiva.
3 - Corpo de discurso. O corpo é o desenvolvimento do assunto, com pesquisas, fatos, dados, argumentos, ilustrações e exemplos. Nesta parte você PODERÁ usar algumas breves anotações. Apresente o discurso de maneira amigável, informal, como se estivesse conversando. Fale com sinceridade, com Convicção e com entusiasmo.
4-Conclusão. È um pequeno resumo com conclusões, deixando seus ouvintes com atitude positiva. È importante que sua conclusão seja realmente o final. Termina seu discurso com alguns minutos de antecedência. Descortés E e falta de Consideração Ultrapassar o tempo que nos foi designado
Como organizar um discurso
- Não entre em pânico. Mesmo que seja chamado apenas com alguns minutos de antecedência, organizando suas idéias Inicie.
- Comece sobre o que você vai falar. Qual será o propósito. Como vai começar e terminar como.
- Muitas vezes você Receberá a designação sobre o que falar. Outras vezes terá a liberdade de escolher sobre o que vai falar.
Nestes casos basta seguir estes passos
1. Anote o propósito de seu discurso.
2. Se possível escolha de um tópico que lhe seja familiar.
3. Que seja um tópico Apropriado para uma ocasião e de interesse aos ouvintes.
4. Anote todas idéias possíveis. Isto levar PODERÁ Dias.
5. Examine o material relacionado, suas experiências Próprias, de amigos, sua biblioteca. Você precisa checar todo tipo de informação, seja em jornais, revistas, livro, etc
6. Faça um Esboço do discurso seu, e examine-o depois de alguns dias com olhos críticos.
7. Continue pesquisando. Esteja atento a comparações, histórias, ilustrações, exemplos e estatísticas, etc Tudo isso dara vida ao seu discurso.
8. Verifique se Tem um início, um corpo e uma boa conclusão.
9. Certifique-Se de que seu discurso não ultrapassará o tempo que lhe foi reservado no programa.
10. Faça uma abertura que Capte Imediatamente o interesse dos ouvintes. A conclusão Deve Ser um penetrante, claro desfecho do que você disse.
Como apresenta seu discurso
- Fazer um excelente discurso nada mais é do que usar os recursos naturais de sua própria personalidade. Seja você mesmo
1 - Fale "os Conversando" ouvintes Com a sua própria maneira, pessoa para pessoa. Fale alto o suficiente para que todos POSSAM ouvi-lo, mas não tão alto que se torne desagradável.
2-Pessoa apelo Projetar um abraço caloroso para os ouvidos, olhos e corações de seus ouvintes.
3-Falar aos presentes Diretamente. Use palavras, frases e comparações com as enguias Quais consigam identificar-se.
4-Cumprimentar e elogiar o auditório.
5-Ser um favor e não CONTRA alguma coisa.
6-Falar em termos de interesse de seus ouvintes. As pessoas reagem mais depressa às emoções do que à razão.
7-Humanizar seu discurso. Usar de personagens, diálogos, palavras-chave, exemplos, relacione-o nomes pessoas um abraço.
8-Manter os LHOS no Auditório. Prepare-se tão bem o discurso, que A necessidade de consultar anotações seja mínima. Olhe para uma pessoa ou um grupo para e fale-lhes por alguns instantes diretamente. Depois, mude a direção do olhar.
9-As pessoas gostam muito de ouvir exemplos, por isso use-os freqüentemente por alguns instantes. Como conseguem Ilustrações:
- Relacionar uma idéia sua de um caso.
Pessoas - Relacionar famosas A sua idéia.
- Relacionar sua idéia a eventos históricos.
- Sua idéia salientar analogias pitorescas com.
- Ilustrar sua idéia estatísticas interessantes com.
Como Controlar os nervos
- Prepare o discurso muito, muito bem.
- Antes de começar um fundo bem falar e respirar ENCARE o auditório.
- Coloque bastante entusiasmo naquilo que está dizendo, que até se esqueça de sentir receio.
- Memorizar Se não conseguir memorizar nada mais, as sentenças de abertura e encerramento.
- Tenha em mente suas idéias de apoio, usando um pequeno cartão com anotações de palavras-chave.
SUAS - Diga frases num só fôlego, e não respirando entrecortadamente. Uma boa respiração começa na linha da cintura e não no peito.
- Se Estiver pensando e sentindo o que fala e lê, como variações da entonação de voz sairão naturalmente.
O que se lembrar DEVE
- Não se esqueça de buscar a inspiração de nosso Pai Celestial ao preparar o discurso.
- Você se sentirá mais seguro se não deixar uma preparação do seu discurso para o último minuto.
- Você DEVE estar convencido Daquilo que diz. Precisa Acreditar no que fala. Precisa senti-lo em seu coração, para depois transmiti-lo com suas palavras próprias. Seja direto e claro em sua apresentação.
- Quando usar uma citação direta, mencione o nome do autor, isto é. "Albert Schweitzer disse ...", ou" De acordo com Winston Churchill ...".
- Preparar-se espiritualmente com jejum e oração.
- O discurso DEVE ser feito para você.
- Citar nomes somente se for elogios e não críticas.
- Tom de voz suave. Não se alterar.
- Ensaiar o discurso em frente o espelho.
- O tempo Cronometrar.
- Começar com uma parábola ou estória que tenha haver com o discurso. Tenha uma decoração estória, dessa maneira evitando ficar lendo ..
- Ler o mínimo possivel.
- Deixar claro sobre o que está falando.
- Estar com roupas nenhum padrão.
Evitar O QUE VOCÊ DEVE
-Não comente de como você foi pedido para falar.
- Não diga que você não está preparado.
- Não diga ao público que você nervoso ou que você não é um bom orador.
- Não use expressões insinceras, banais.
- Não usar histórias que não vão Diretamente ao ponto.
- Não agradecer a presidência pela oportunidade de fazer um discurso.
- Não debruçar sobre o púlpito.
- Não falar sobre pecados passado
- Não fugir do assunto.
Não abra mão de sua oportunidade
- Não Permita que outra pessoa prepare seu discurso. Não leia o que uma outra pessoa escreveu.Você estará enganando si mesmo um e roubando a si próprio uma oportunidade de aprender um discurso um preparar.
- Faça seu discurso usando seu próprio raciocínio e suas próprias palavras.
Seu discurso DEVE ter um propósito - Você precisa ter em mente um propósito.
- Quem serão os ouvintes?
- Qual será o tipo de reunião?
Divisões naturais de um discurso
1-Ser INTRODUÇÃO DEVE A. Em breve ela. Apenas para despertar a atenção eo interesse dos ouvintes. Como Assim:
- Uma citação das escrituras.
- Uma breve menção de eventos nacionais ou mundiais.
- Um desafio razoável.
- Uma breve declaração a respeito de situações locais.
- Uma pergunta surpreendente.
2 - Declaração do discurso nenhum Que pretende abordar. Dever ser breve e objetiva.
3 - Corpo de discurso. O corpo é o desenvolvimento do assunto, com pesquisas, fatos, dados, argumentos, ilustrações e exemplos. Nesta parte você PODERÁ usar algumas breves anotações. Apresente o discurso de maneira amigável, informal, como se estivesse conversando. Fale com sinceridade, com Convicção e com entusiasmo.
4-Conclusão. È um pequeno resumo com conclusões, deixando seus ouvintes com atitude positiva. È importante que sua conclusão seja realmente o final. Termina seu discurso com alguns minutos de antecedência. Descortés E e falta de Consideração Ultrapassar o tempo que nos foi designado
Como organizar um discurso
- Não entre em pânico. Mesmo que seja chamado apenas com alguns minutos de antecedência, organizando suas idéias Inicie.
- Comece sobre o que você vai falar. Qual será o propósito. Como vai começar e terminar como.
- Muitas vezes você Receberá a designação sobre o que falar. Outras vezes terá a liberdade de escolher sobre o que vai falar.
Nestes casos basta seguir estes passos
1. Anote o propósito de seu discurso.
2. Se possível escolha de um tópico que lhe seja familiar.
3. Que seja um tópico Apropriado para uma ocasião e de interesse aos ouvintes.
4. Anote todas idéias possíveis. Isto levar PODERÁ Dias.
5. Examine o material relacionado, suas experiências Próprias, de amigos, sua biblioteca. Você precisa checar todo tipo de informação, seja em jornais, revistas, livro, etc
6. Faça um Esboço do discurso seu, e examine-o depois de alguns dias com olhos críticos.
7. Continue pesquisando. Esteja atento a comparações, histórias, ilustrações, exemplos e estatísticas, etc Tudo isso dara vida ao seu discurso.
8. Verifique se Tem um início, um corpo e uma boa conclusão.
9. Certifique-Se de que seu discurso não ultrapassará o tempo que lhe foi reservado no programa.
10. Faça uma abertura que Capte Imediatamente o interesse dos ouvintes. A conclusão Deve Ser um penetrante, claro desfecho do que você disse.
Como apresenta seu discurso
- Fazer um excelente discurso nada mais é do que usar os recursos naturais de sua própria personalidade. Seja você mesmo
1 - Fale "os Conversando" ouvintes Com a sua própria maneira, pessoa para pessoa. Fale alto o suficiente para que todos POSSAM ouvi-lo, mas não tão alto que se torne desagradável.
2-Pessoa apelo Projetar um abraço caloroso para os ouvidos, olhos e corações de seus ouvintes.
3-Falar aos presentes Diretamente. Use palavras, frases e comparações com as enguias Quais consigam identificar-se.
4-Cumprimentar e elogiar o auditório.
5-Ser um favor e não CONTRA alguma coisa.
6-Falar em termos de interesse de seus ouvintes. As pessoas reagem mais depressa às emoções do que à razão.
7-Humanizar seu discurso. Usar de personagens, diálogos, palavras-chave, exemplos, relacione-o nomes pessoas um abraço.
8-Manter os LHOS no Auditório. Prepare-se tão bem o discurso, que A necessidade de consultar anotações seja mínima. Olhe para uma pessoa ou um grupo para e fale-lhes por alguns instantes diretamente. Depois, mude a direção do olhar.
9-As pessoas gostam muito de ouvir exemplos, por isso use-os freqüentemente por alguns instantes. Como conseguem Ilustrações:
- Relacionar uma idéia sua de um caso.
Pessoas - Relacionar famosas A sua idéia.
- Relacionar sua idéia a eventos históricos.
- Sua idéia salientar analogias pitorescas com.
- Ilustrar sua idéia estatísticas interessantes com.
Como Controlar os nervos
- Prepare o discurso muito, muito bem.
- Antes de começar um fundo bem falar e respirar ENCARE o auditório.
- Coloque bastante entusiasmo naquilo que está dizendo, que até se esqueça de sentir receio.
- Memorizar Se não conseguir memorizar nada mais, as sentenças de abertura e encerramento.
- Tenha em mente suas idéias de apoio, usando um pequeno cartão com anotações de palavras-chave.
SUAS - Diga frases num só fôlego, e não respirando entrecortadamente. Uma boa respiração começa na linha da cintura e não no peito.
- Se Estiver pensando e sentindo o que fala e lê, como variações da entonação de voz sairão naturalmente.
O que se lembrar DEVE
- Não se esqueça de buscar a inspiração de nosso Pai Celestial ao preparar o discurso.
- Você se sentirá mais seguro se não deixar uma preparação do seu discurso para o último minuto.
- Você DEVE estar convencido Daquilo que diz. Precisa Acreditar no que fala. Precisa senti-lo em seu coração, para depois transmiti-lo com suas palavras próprias. Seja direto e claro em sua apresentação.
- Quando usar uma citação direta, mencione o nome do autor, isto é. "Albert Schweitzer disse ...", ou" De acordo com Winston Churchill ...".
- Preparar-se espiritualmente com jejum e oração.
- O discurso DEVE ser feito para você.
- Citar nomes somente se for elogios e não críticas.
- Tom de voz suave. Não se alterar.
- Ensaiar o discurso em frente o espelho.
- O tempo Cronometrar.
- Começar com uma parábola ou estória que tenha haver com o discurso. Tenha uma decoração estória, dessa maneira evitando ficar lendo ..
- Ler o mínimo possivel.
- Deixar claro sobre o que está falando.
- Estar com roupas nenhum padrão.
Evitar O QUE VOCÊ DEVE
-Não comente de como você foi pedido para falar.
- Não diga que você não está preparado.
- Não diga ao público que você nervoso ou que você não é um bom orador.
- Não use expressões insinceras, banais.
- Não usar histórias que não vão Diretamente ao ponto.
- Não agradecer a presidência pela oportunidade de fazer um discurso.
- Não debruçar sobre o púlpito.
- Não falar sobre pecados passado
- Não fugir do assunto.
Não abra mão de sua oportunidade
- Não Permita que outra pessoa prepare seu discurso. Não leia o que uma outra pessoa escreveu.Você estará enganando si mesmo um e roubando a si próprio uma oportunidade de aprender um discurso um preparar.
- Faça seu discurso usando seu próprio raciocínio e suas próprias palavras.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Qualificar-nos para Partilhar da Adoração no Templo
Como Posso Preparar-me para a Adoração no Templo? - Silvia H. Allred, primeira conselheira na presidência geral da Sociedade de Socorro:
“O templo é a casa do Senhor. Ele determina as condições para o seu uso, as ordenanças que
devem ser administradas e os padrões que nos qualificam para entrar no templo. (…) A dignidade pessoal é um requisito essencial para desfrutarmos as bênçãos do templo. A preparação consiste em obedecer aos mandamentos e procurar fazer a vontade de Deus”
(“Templos Santos, Convênios Sagrados” A Liahona, novembro de 2008, p. 113).
Élder David B. Haight (1906–2004), do Quórum dos Doze Apóstolos:
“Nós, que desejamos frequentar o templo, precisamos viver de um modo que nos ajude a sermos dignos de entrar e partilhar plenamente [de suas bênçãos]. (…) Avaliamos nossa dignidade para entrar no templo em (…) entrevistas com os líderes do sacerdócio.
Nossa assinatura, com a deles, em nossa recomendação para o templo é um testemunho de nossa dignidade para entrar no templo” (“Come to the House of the Lord”, Ensign,
maio de 1992, p. 15).
Quais São As Bênçãos de Qualificarnos para Partilhar da Adoração no Templo?
D&C 110:7: “Manifestar-me-ei a meu povo com misericórdia nesta casa”.
Presidente Howard W. Hunter (1907–1995): “Procuremos diligentemente
ir à Casa do Senhor tão amiúde quanto nosso tempo, meios e condições pessoais nos permitirem. Que o façamos não apenas em favor de nossos parentes falecidos, mas também em busca das bênçãos pessoais advindas da adoração no templo, em busca da santidade e segurança que encontramos por trás daquelas paredes santas e consagradas. O templo é um local de
beleza, um local de revelação, um local de paz” (“O Grande Símbolo de Nossa Condição de Membros da Igreja”, A Liahona, novembro de 1994, p. 6).
D&C 38:32: “Lá vos darei minha lei e lá sereis investidos de poder do alto”(ver também D&C 95:8).
Élder Robert D. Hales, do Quórum dos Doze Apóstolos: “As bênçãos da investidura do templo são tão essenciais para todos nós quanto nosso batismo. Por esse motivo, devemos preparar-
nos para que estejamos limpos para entrar no templo de Deus. O trabalho do templo é uma oportunidade para realizar nossa investidura e nossos convênios pessoais e também realizar
essas mesmas ordenanças para a redenção dos mortos. É por esse motivo que somos instruídos nas escrituras a construir templos e preparar nossa vida para sermos dignos de partilhar das
ordenanças e dos convênios sagrados do templo. (…) O principal propósito do templo é
prover as ordenanças necessárias para nossa exaltação no reino celestial. As ordenanças do templo nos conduzem ao nosso Salvador e nos proporcionam as bênçãos que recebemos por meio
da Expiação de Jesus Cristo” (“Temple Blessings” [Bênçãos do Templo], Brigham Young University 2005–2006 Speeches [Discursos de 2005–2006, Universidade Brigham Young], pp. 1, 4).
Presidente Gordon B. Hinckley (1910–2008): “Cada homem ou mulher que vai ao templo com sinceridade de coração e fé sai da casa do Senhor uma pessoa melhor. Todos precisamos melhorar nossa vida constantemente. Ocasionalmente, precisamos deixar o barulho e o tumulto
do mundo e atravessar as portas da sagrada casa do Senhor para sentirmos Seu espírito num ambiente de santidade e paz”
(“Missões, Templos e Mordomia”, A Liahona, janeiro de 1996, pp. 57–58).
A Liahona julho/2009.
“O templo é a casa do Senhor. Ele determina as condições para o seu uso, as ordenanças que
devem ser administradas e os padrões que nos qualificam para entrar no templo. (…) A dignidade pessoal é um requisito essencial para desfrutarmos as bênçãos do templo. A preparação consiste em obedecer aos mandamentos e procurar fazer a vontade de Deus”
(“Templos Santos, Convênios Sagrados” A Liahona, novembro de 2008, p. 113).
Élder David B. Haight (1906–2004), do Quórum dos Doze Apóstolos:
“Nós, que desejamos frequentar o templo, precisamos viver de um modo que nos ajude a sermos dignos de entrar e partilhar plenamente [de suas bênçãos]. (…) Avaliamos nossa dignidade para entrar no templo em (…) entrevistas com os líderes do sacerdócio.
Nossa assinatura, com a deles, em nossa recomendação para o templo é um testemunho de nossa dignidade para entrar no templo” (“Come to the House of the Lord”, Ensign,
maio de 1992, p. 15).
Quais São As Bênçãos de Qualificarnos para Partilhar da Adoração no Templo?
D&C 110:7: “Manifestar-me-ei a meu povo com misericórdia nesta casa”.
Presidente Howard W. Hunter (1907–1995): “Procuremos diligentemente
ir à Casa do Senhor tão amiúde quanto nosso tempo, meios e condições pessoais nos permitirem. Que o façamos não apenas em favor de nossos parentes falecidos, mas também em busca das bênçãos pessoais advindas da adoração no templo, em busca da santidade e segurança que encontramos por trás daquelas paredes santas e consagradas. O templo é um local de
beleza, um local de revelação, um local de paz” (“O Grande Símbolo de Nossa Condição de Membros da Igreja”, A Liahona, novembro de 1994, p. 6).
D&C 38:32: “Lá vos darei minha lei e lá sereis investidos de poder do alto”(ver também D&C 95:8).
Élder Robert D. Hales, do Quórum dos Doze Apóstolos: “As bênçãos da investidura do templo são tão essenciais para todos nós quanto nosso batismo. Por esse motivo, devemos preparar-
nos para que estejamos limpos para entrar no templo de Deus. O trabalho do templo é uma oportunidade para realizar nossa investidura e nossos convênios pessoais e também realizar
essas mesmas ordenanças para a redenção dos mortos. É por esse motivo que somos instruídos nas escrituras a construir templos e preparar nossa vida para sermos dignos de partilhar das
ordenanças e dos convênios sagrados do templo. (…) O principal propósito do templo é
prover as ordenanças necessárias para nossa exaltação no reino celestial. As ordenanças do templo nos conduzem ao nosso Salvador e nos proporcionam as bênçãos que recebemos por meio
da Expiação de Jesus Cristo” (“Temple Blessings” [Bênçãos do Templo], Brigham Young University 2005–2006 Speeches [Discursos de 2005–2006, Universidade Brigham Young], pp. 1, 4).
Presidente Gordon B. Hinckley (1910–2008): “Cada homem ou mulher que vai ao templo com sinceridade de coração e fé sai da casa do Senhor uma pessoa melhor. Todos precisamos melhorar nossa vida constantemente. Ocasionalmente, precisamos deixar o barulho e o tumulto
do mundo e atravessar as portas da sagrada casa do Senhor para sentirmos Seu espírito num ambiente de santidade e paz”
(“Missões, Templos e Mordomia”, A Liahona, janeiro de 1996, pp. 57–58).
A Liahona julho/2009.
À Maneira do Senhor
À Maneira do Senhor
Élder Stanley G. Ellis - Segundo Conselheiro na Presidência da Área Brasil (Abril/2009)
Uma das verdades mais importantes para um discípulo de Jesus Cristo é a que afirma que o Senhor tem a Sua maneira de fazer as coisas (ver Isaías 55:8–9), e que somos abençoados além das nossas expectativas e compreensão quando fazemos as coisas à maneira do Senhor.
Conforme ensinou o Presidente Hinckley, a maneira do Senhor de fazer as coisas é melhor do que qualquer dos métodos do mundo (ver Reunião Mundial de Treinamento de Liderança, 10 de janeiro de 2004, pp. 20–21), ou mesmo do que qualquer alternativa pessoal (ver I Coríntios 12:31). Quando decidimos fazer as coisas à maneira do Senhor, Ele nos ajuda a ter capacidade para realizar tudo o que for necessário (ver 1 Néfi 9:6).
Uma parte fundamental da maneira do Senhor é a autossuficiência espiritual e material. Sou responsável por prover o meu próprio sustento, o de minha esposa e filhos, e o de outros familiares, quando adequado, bem como por ser generoso com outras pessoas, quando necessário. Não é correto esperar que a comunidade, o estado, o país ou qualquer outra organização ou pessoa cuide de minhas necessidades ou responsabilidades (ver I Timóteo 5:8). E é mais incorreto ainda pensar que a Igreja cuidará ou deveria cuidar de mim ou dos meus. O Senhor ensinou ao Faraó e aos egípcios, por meio de José, que devemos, nos tempos de fartura, preparar-nos para os inevitáveis tempos de escassez (ver Gênesis 41:25–36). Se fizermos isso, sempre seremos autossuficientes.
Esse princípio se aplica à preparação para servir em uma missão. Em termos financeiros, como devemos sustentar-nos durante a missão? Um exemplo perfeito da aplicação desse princípio é a maneira do Senhor de financiar a missão. Cada Élder ou Síster deve pagar a própria missão (o custo atual é de R$500,00 mensais). Aqueles que nasceram na Igreja devem começar a economizar para a missão desde a infância, e os conversos devem fazê-lo desde o batismo. Os casais também devem começar a fazer isso o quanto antes. Os pais podem dar a cada filho ou filha, quando estes forem ainda bem novos, um cofrinho, a fim de ensinálos a economizar, orientando-os sobre a importância de se prepararem financeiramente para a missão. Esses ensinamentos podem ser enfatizados pelos líderes do sacerdócio e das auxiliares, que podem também tomar as devidas providências para ajudar aqueles cujos pais não sejam membros e os que se batizam com mais idade.
Em algumas situações, o missionário vai precisar de ajuda. É nessas situações que a família pode ajudar. Pais, irmãos e irmãs podem auxiliar, às vezes até conseguindo um segundo emprego para atender a essa necessidade. É claro que isso vai exigir um sacrifício considerável. Quando todos trabalhamos juntos para manter o “nosso” missionário, milagres acontecem. Isso acontece até mesmo com parentes que ainda não são membros da Igreja. Como diz um hino, “o sacrifício traz as bênçãos do céu”.
Às vezes, mesmo depois de o missionário e sua família terem feito todo o possível, pode ser que ainda não tenham o suficiente para custear toda a missão. Aí, então, os amigos e a ala podem ajudar. Sob a coordenação do bispo, esses outros recursos podem proporcionar os meios necessários para o fundo missionário da ala, completando o montante necessário para custear a missão.
É de extrema importância que todos os que se envolverem cumpram os compromissos de apoio financeiro assumidos. Seria muito triste se o missionário tivesse de retornar ao lar antecipadamente por não ter o necessário suporte financeiro.
A maneira de o Senhor fazer as coisas sempre requer uma prova de nossa fé. Não é fácil custear nossa própria missão à maneira do Senhor. Será necessário muito sacrifício — sacrifício benfazejo por uma causa digna. Poderá haver problemas — enfermidades inesperadas, perda de emprego, acidentes ou despesas não planejadas, ou mesmo o simples desânimo. Nessas situações, será preciso que exerçamos uma fé ainda maior. Suplique com humildade a ajuda e a orientação do Senhor para obter os milagres necessários. Guarde os mandamentos. Seja rigoroso no pagamento fiel do dízimo integral e faça uma generosa oferta de jejum. Estude as escrituras. Vá ao templo sempre que possível. Depois disso tudo, prossiga fazendo o melhor que puder para encontrar uma maneira de fazer as coisas darem certo, seguindo os sussurros do Espírito. O Senhor fará a parte Dele. Lembre-se do testemunho de Néfi: “E assim vemos que os mandamentos de Deus devem ser cumpridos. E se os filhos dos homens guardam os mandamentos de Deus, ele alimenta-os e fortaleceos e dá-lhes meios pelos quais poderão cumprir as coisas que lhes ordenou; portanto ele nos deu os meios de sobrevivermos enquanto permanecíamos no deserto” (1 Néfi 17:3; ver também 1 Néfi 17:1–3; 3–7).
Um Exemplo BrasileiroTemos aqui no Brasil um excelente exemplo do plano do Senhor, na vida da família Soares. Tanto o Presidente Ulisses Soares quanto sua esposa Rosana serviram como missionários de tempo integral. A missão de cada um deles foi paga de maneira diversa, porém ambos o fizeram à maneira do Senhor.
Os pais do Presidente Soares já eram membros quando ele foi batizado aos oito anos de idade. Em um maravilhoso exemplo de fidelidade, o bispo e os pais dele ensinaram-lhe a necessidade de economizar para a missão e o ajudaram, a partir dos onze anos de idade, a fazer depósitos mensais na poupança para a missão. Acompanharam com regularidade o seu progresso, com o bispo fazendo sua parte na entrevista semestral com o jovem Ulisses. À medida que ele crescia, sua capacidade de ganhar dinheiro aumentava, e os depósitos também aumentaram.
Quando faltavam dois anos para iniciar a missão, além de economizar, eles o incentivaram a começar a adquirir os itens necessários no campo missionário. Nos primeiros meses, ele comprou as malas, depois começou a comprar camisas, ternos, meias, etc., e guardou essas coisas nas malas. Dessa maneira, aos 19 anos de idade, ele estava pronto para servir em uma missão, tendo todos os recursos financeiros necessários, além dos itens da lista missionária — tudo pago com os próprios recursos.
A situação da irmã Rosana era diferente. Ela foi batizada aos 17 anos de idade. Os pais dela não eram membros e não queriam que ela fosse batizada na Igreja, embora lhe tenham, finalmente, dado a permissão. Eles categoricamente se opunham à ideia de ela servir em uma missão e se recusaram a ajudála. No caso dela, o bispo reconheceu uma necessidade real e conseguiu que três famílias da ala, que tinham recursos, se comprometessem a pagar a missão de uma jovem digna e desejosa de servir. Ela conseguiu, portanto, servir em uma missão com a ajuda da família da ala!
Em muitas situações, os pais serão capazes e terão o desejo de ajudar os filhos a pagar a missão. Mesmo assim, entretanto, a primeira responsabilidade é do jovem, como no caso do Élder Soares. A segunda responsabilidade é dos pais e da família. Se ainda faltarem recursos, a família da ala pode ajudar, como no caso da irmã Rosana Soares.
E o Fundo Missionário Geral da Igreja?O Fundo Missionário Geral existe para ajudar os missionários dignos que são realmente pobres. Ou seja, para aqueles que, depois de fazerem tudo o que for humanamente possível, conforme mencionado, ainda assim não conseguirem todos os recursos necessários para a missão. Um exemplo típico seriam os recém-conversos que não têm nenhum apoio da família. Esse fundo destina-se principalmente aos missionários de países onde a Igreja é nova e ainda não está bem consolidada. Isso dificilmente se aplicaria ao Brasil, a segunda nação da Igreja, onde temos estacas em todos os estados da União. Raramente seria adequada sua aplicação aqui no Brasil, que tem a economia mais forte da América Latina e uma das mais desenvolvidas do mundo. Neste país, somos capazes não só de nos sustentar, mas também de contribuir com recursos para ajudar os menos afortunados. Para alguns de nós, essa atitude é uma mudança em relação àquela a que estávamos acostumados. Porém, essa é a maneira do Senhor para pagarmos nossa missão.
Uma Multiplicidade de BênçãosSempre que exercemos fé e sabedoria para agir à maneira do Senhor, Ele derrama sobre nós uma multiplicidade de bênçãos (ver D&C 104:2). Muitas vezes somos abençoados além do que esperávamos, e muitas vezes nem percebemos.
Decidir pela autossuficiência nesse aspecto de nossa vida nos ajudará a criar o mesmo hábito em outras áreas. Os sacrifícios que fazemos para nos sustentar na missão ou para manter nossos familiares na missão trazem bênçãos incríveis para a vida de todos nós. O Senhor deseja nos abençoar muito mais do que às vezes permitimos.
Nossa fé aumentará. Essa fé repercutirá em todos os aspectos de nossa vida e de nosso serviço, tornando-nos melhores discípulos de Jesus Cristo. Muitas histórias das escrituras narram as bênçãos recebidas por aqueles que tiveram de se esforçar, como o povo de Alma (ver Mosias 23 e 24) e os filhos de Helamã (ver Alma 58:7–12).
Nosso testemunho se fortalecerá. Saberemos com certeza que esta é a obra do Senhor e que devemos executá-la à maneira do Senhor. Testifico que isso é verdade.
Élder Stanley G. Ellis - Segundo Conselheiro na Presidência da Área Brasil (Abril/2009)
Uma das verdades mais importantes para um discípulo de Jesus Cristo é a que afirma que o Senhor tem a Sua maneira de fazer as coisas (ver Isaías 55:8–9), e que somos abençoados além das nossas expectativas e compreensão quando fazemos as coisas à maneira do Senhor.
Conforme ensinou o Presidente Hinckley, a maneira do Senhor de fazer as coisas é melhor do que qualquer dos métodos do mundo (ver Reunião Mundial de Treinamento de Liderança, 10 de janeiro de 2004, pp. 20–21), ou mesmo do que qualquer alternativa pessoal (ver I Coríntios 12:31). Quando decidimos fazer as coisas à maneira do Senhor, Ele nos ajuda a ter capacidade para realizar tudo o que for necessário (ver 1 Néfi 9:6).
Uma parte fundamental da maneira do Senhor é a autossuficiência espiritual e material. Sou responsável por prover o meu próprio sustento, o de minha esposa e filhos, e o de outros familiares, quando adequado, bem como por ser generoso com outras pessoas, quando necessário. Não é correto esperar que a comunidade, o estado, o país ou qualquer outra organização ou pessoa cuide de minhas necessidades ou responsabilidades (ver I Timóteo 5:8). E é mais incorreto ainda pensar que a Igreja cuidará ou deveria cuidar de mim ou dos meus. O Senhor ensinou ao Faraó e aos egípcios, por meio de José, que devemos, nos tempos de fartura, preparar-nos para os inevitáveis tempos de escassez (ver Gênesis 41:25–36). Se fizermos isso, sempre seremos autossuficientes.
Esse princípio se aplica à preparação para servir em uma missão. Em termos financeiros, como devemos sustentar-nos durante a missão? Um exemplo perfeito da aplicação desse princípio é a maneira do Senhor de financiar a missão. Cada Élder ou Síster deve pagar a própria missão (o custo atual é de R$500,00 mensais). Aqueles que nasceram na Igreja devem começar a economizar para a missão desde a infância, e os conversos devem fazê-lo desde o batismo. Os casais também devem começar a fazer isso o quanto antes. Os pais podem dar a cada filho ou filha, quando estes forem ainda bem novos, um cofrinho, a fim de ensinálos a economizar, orientando-os sobre a importância de se prepararem financeiramente para a missão. Esses ensinamentos podem ser enfatizados pelos líderes do sacerdócio e das auxiliares, que podem também tomar as devidas providências para ajudar aqueles cujos pais não sejam membros e os que se batizam com mais idade.
Em algumas situações, o missionário vai precisar de ajuda. É nessas situações que a família pode ajudar. Pais, irmãos e irmãs podem auxiliar, às vezes até conseguindo um segundo emprego para atender a essa necessidade. É claro que isso vai exigir um sacrifício considerável. Quando todos trabalhamos juntos para manter o “nosso” missionário, milagres acontecem. Isso acontece até mesmo com parentes que ainda não são membros da Igreja. Como diz um hino, “o sacrifício traz as bênçãos do céu”.
Às vezes, mesmo depois de o missionário e sua família terem feito todo o possível, pode ser que ainda não tenham o suficiente para custear toda a missão. Aí, então, os amigos e a ala podem ajudar. Sob a coordenação do bispo, esses outros recursos podem proporcionar os meios necessários para o fundo missionário da ala, completando o montante necessário para custear a missão.
É de extrema importância que todos os que se envolverem cumpram os compromissos de apoio financeiro assumidos. Seria muito triste se o missionário tivesse de retornar ao lar antecipadamente por não ter o necessário suporte financeiro.
A maneira de o Senhor fazer as coisas sempre requer uma prova de nossa fé. Não é fácil custear nossa própria missão à maneira do Senhor. Será necessário muito sacrifício — sacrifício benfazejo por uma causa digna. Poderá haver problemas — enfermidades inesperadas, perda de emprego, acidentes ou despesas não planejadas, ou mesmo o simples desânimo. Nessas situações, será preciso que exerçamos uma fé ainda maior. Suplique com humildade a ajuda e a orientação do Senhor para obter os milagres necessários. Guarde os mandamentos. Seja rigoroso no pagamento fiel do dízimo integral e faça uma generosa oferta de jejum. Estude as escrituras. Vá ao templo sempre que possível. Depois disso tudo, prossiga fazendo o melhor que puder para encontrar uma maneira de fazer as coisas darem certo, seguindo os sussurros do Espírito. O Senhor fará a parte Dele. Lembre-se do testemunho de Néfi: “E assim vemos que os mandamentos de Deus devem ser cumpridos. E se os filhos dos homens guardam os mandamentos de Deus, ele alimenta-os e fortaleceos e dá-lhes meios pelos quais poderão cumprir as coisas que lhes ordenou; portanto ele nos deu os meios de sobrevivermos enquanto permanecíamos no deserto” (1 Néfi 17:3; ver também 1 Néfi 17:1–3; 3–7).
Um Exemplo BrasileiroTemos aqui no Brasil um excelente exemplo do plano do Senhor, na vida da família Soares. Tanto o Presidente Ulisses Soares quanto sua esposa Rosana serviram como missionários de tempo integral. A missão de cada um deles foi paga de maneira diversa, porém ambos o fizeram à maneira do Senhor.
Os pais do Presidente Soares já eram membros quando ele foi batizado aos oito anos de idade. Em um maravilhoso exemplo de fidelidade, o bispo e os pais dele ensinaram-lhe a necessidade de economizar para a missão e o ajudaram, a partir dos onze anos de idade, a fazer depósitos mensais na poupança para a missão. Acompanharam com regularidade o seu progresso, com o bispo fazendo sua parte na entrevista semestral com o jovem Ulisses. À medida que ele crescia, sua capacidade de ganhar dinheiro aumentava, e os depósitos também aumentaram.
Quando faltavam dois anos para iniciar a missão, além de economizar, eles o incentivaram a começar a adquirir os itens necessários no campo missionário. Nos primeiros meses, ele comprou as malas, depois começou a comprar camisas, ternos, meias, etc., e guardou essas coisas nas malas. Dessa maneira, aos 19 anos de idade, ele estava pronto para servir em uma missão, tendo todos os recursos financeiros necessários, além dos itens da lista missionária — tudo pago com os próprios recursos.
A situação da irmã Rosana era diferente. Ela foi batizada aos 17 anos de idade. Os pais dela não eram membros e não queriam que ela fosse batizada na Igreja, embora lhe tenham, finalmente, dado a permissão. Eles categoricamente se opunham à ideia de ela servir em uma missão e se recusaram a ajudála. No caso dela, o bispo reconheceu uma necessidade real e conseguiu que três famílias da ala, que tinham recursos, se comprometessem a pagar a missão de uma jovem digna e desejosa de servir. Ela conseguiu, portanto, servir em uma missão com a ajuda da família da ala!
Em muitas situações, os pais serão capazes e terão o desejo de ajudar os filhos a pagar a missão. Mesmo assim, entretanto, a primeira responsabilidade é do jovem, como no caso do Élder Soares. A segunda responsabilidade é dos pais e da família. Se ainda faltarem recursos, a família da ala pode ajudar, como no caso da irmã Rosana Soares.
E o Fundo Missionário Geral da Igreja?O Fundo Missionário Geral existe para ajudar os missionários dignos que são realmente pobres. Ou seja, para aqueles que, depois de fazerem tudo o que for humanamente possível, conforme mencionado, ainda assim não conseguirem todos os recursos necessários para a missão. Um exemplo típico seriam os recém-conversos que não têm nenhum apoio da família. Esse fundo destina-se principalmente aos missionários de países onde a Igreja é nova e ainda não está bem consolidada. Isso dificilmente se aplicaria ao Brasil, a segunda nação da Igreja, onde temos estacas em todos os estados da União. Raramente seria adequada sua aplicação aqui no Brasil, que tem a economia mais forte da América Latina e uma das mais desenvolvidas do mundo. Neste país, somos capazes não só de nos sustentar, mas também de contribuir com recursos para ajudar os menos afortunados. Para alguns de nós, essa atitude é uma mudança em relação àquela a que estávamos acostumados. Porém, essa é a maneira do Senhor para pagarmos nossa missão.
Uma Multiplicidade de BênçãosSempre que exercemos fé e sabedoria para agir à maneira do Senhor, Ele derrama sobre nós uma multiplicidade de bênçãos (ver D&C 104:2). Muitas vezes somos abençoados além do que esperávamos, e muitas vezes nem percebemos.
Decidir pela autossuficiência nesse aspecto de nossa vida nos ajudará a criar o mesmo hábito em outras áreas. Os sacrifícios que fazemos para nos sustentar na missão ou para manter nossos familiares na missão trazem bênçãos incríveis para a vida de todos nós. O Senhor deseja nos abençoar muito mais do que às vezes permitimos.
Nossa fé aumentará. Essa fé repercutirá em todos os aspectos de nossa vida e de nosso serviço, tornando-nos melhores discípulos de Jesus Cristo. Muitas histórias das escrituras narram as bênçãos recebidas por aqueles que tiveram de se esforçar, como o povo de Alma (ver Mosias 23 e 24) e os filhos de Helamã (ver Alma 58:7–12).
Nosso testemunho se fortalecerá. Saberemos com certeza que esta é a obra do Senhor e que devemos executá-la à maneira do Senhor. Testifico que isso é verdade.
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